Sábado, 14 de Setembro de 2013

Ela... Eu

A minha cabeça está à frente
Tem dominado
Nos últimos tempos tem dominado
A minha cabeça orienta, controla, domina
A minha cabeça domina
...
A minha cabeça é uma ditadora
E a minha cabeça está aqui agora porque eu quero,
porque achei que agora deveria estar ela à frente
Mas hoje... Hoje tive um vislumbre de mim por momentos, e...
Tenho tantas saudades minhas
Saudades de perder a respiração
Saudades da maravilha do simples
Saudades das pessoas e do amor que sentia por elas!


publicado por ana às 04:08
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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013

Cá dentro... o caos!

Se pudesse arrancava-te de mim. Jogava-te fora porque me traíste e ao contrário do que é suposto não me fizeste voar.
Arrancava-te, juro que te arrancava! Porque sem ti tenho igualmente paixão de viver e emoções fortes e tudo o que é suposto.
Se pudesse decretar, decretava-te fora da minha vida. E não duvides que ia ser feliz!
De que me serves tu se me cortas a liberdade com as pessoas? Ainda por cima quando sabes que não há nada que me enche mais que elas...
Espero que depois disto morras! Espero que te enterres num buraco e que não saias.
Espero que definhes num canto do meu ser para nunca mais saires.
Espero que te tornes insignificante, porque depois disto não mereces outro lugar.
Tu, paixão desenfreada, que egoísta és! E que quando não constroís, arrasas com tudo e rebentas com a liberdade...
Odeio-te quando resultas nisto, ficas mediocre e deixas-me triste!
...
Pode ser que noutro dia te queira aqui comigo... por agora não te consigo perdoar, sai daqui!

publicado por ana às 22:47
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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Ler devagar

Ontem, ao som de Mercedes Sosa, vi um livro. A capa era uma construção estranha de várias pilhas de chapéus intrecalados com tubos ou figuras geométricas. Os chapéus eram de várias épocas históricas sempre em tons de cinzentos acastanhados e os tubos e figuras geométricas que os ligavam tinham cores, as primárias mais o verde. Tudo isto em cima de uma base de tons pastel. Por alguma razão aquela construção da imagem atriu-me. Li o título, peguei no livro e abri. O livro começava com um pensamento do Al Berto, "escrevo com um único fim: salvar o dia." Virei a página, sozinho na página a letras carregadas estava "Antes de acordar".

Li o primeiro poema e lembrei-me de ti. Depois li o segundo e lembrei-me de mim. Percebi o que nos separa e trouxe o livro comigo, para o caso de alguma dúvida...

publicado por ana às 20:20
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Domingo, 28 de Abril de 2013

epifanias e o mundo que continua...

Vinha escrever, levantei-me e vinha escrever... num dos passados dias tive uma clarividência que me fez perceber uma serie de coisas que até então andavam confusas e que agora me parecem todas simples e melhor que isso, domáveis... tive portanto, uma epifania e achei que deveria escrever sobre ela!

 

Acontece que liguei o computador e em vez de começar logo a escrever, fui ao mail. Na caixa de correio tinha um mail do meu irmão que me enviava o seguinte:

 

Maninha!!! Cá está ela!!! Muito procurei e encontrei... ;)

O filhaaaa vai-te a deitar!!! Vai Pra cama da Maria, o filha vai-te a deitar, que a mãe vai fazer a cama que nã tem vagar de dia;)

 

E posto isto deixou de fazer qualquer sentido escrever sobre a clarividência e tudo o que daí advém, até porque se já está claro, já não há nada para falar e o mundo continua.
Como eu gosto de gente simples!

publicado por ana às 21:41
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Sábado, 16 de Março de 2013

Retorno

Retorno ao primeiro, talvez por isso mesmo porque é o Primeiro! No primeiro sou mais eu! Talvez retorne porque outras coisas começam também a voltar....

Chego a casa e sento-me a fumar. É tarde, demasiado tarde e nestas alturas tudo parece ter mais relevo. Custa-me escrever, acho que tenho que escolher palavras, ridiculo mas verdade! Á noite quando se escreve temos de ter cuidado sob pena de nos escrevermos a verdade crua e amanhã termos de a enfrentar, também crua.

Retorno com outra idade, outras dores., não menos dolorosas. E escrevo aqui para não te escrever a ti. Queria escrever-te que sinto a tua falta, que a tua presença, por si só, me acalma e me ajuda a organizar-me. Mas não o posso fazer... nos romances que li, nos latino-americanos, os únicos que se permitem fazer isto, a esta coisa de dizer "tu acalmas-me", são os homens. As mulheres... as boas, as que cuidam, são as putas! E sobre elas nunca sabemos muito bem as suas dores, sabemos apenas que ouvem e cuidam. Desconfio que se te disser gosto de ti porque tu acalmas-me, não saberás a que me refiro porque não sabes o bichodo mato que sou!

Retorno mais crua e taalvez menos percetível porque agora pouco me importa se me entendes, eu estou cansada de me tentar explicar!

publicado por ana às 04:14
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

acaba

 

acaba-se com isto finalmente!

 

...custa sempre acabar...

 

...e concluí-se que o verdadeiro final só existe quando há uma troca!

 

 


publicado por ana às 19:47
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

no final

é no final da noite, quando já troco as letras, quando já troco tudo e já nada me apetece, que sinto a tua falta... 


publicado por ana às 05:31
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Domingo, 24 de Janeiro de 2010

Domingo, depois do cinema...

 

 

... enquanto não me vêm nem ideias de onde e nem de como começar!

 

 


publicado por ana às 17:39
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

efeitos

 

Percebi que estou cansada
Que estou farta de ir por aqui
E que tenho, ou melhor, quero estar de outra forma
Percebi que não sou implacável como me queria querer
E que isso não é um problema
Percebi que não me apetece esforçar
E que o estar tem que ser um prazer natural e fácil
Caso contrário vou querer estar noutro lado
Percebi que dou demasiado tempo a desconhecidos
Que não o quero fazer mais
Que quero estar onde oiço e me ouvem
E onde sinta que isso é um prazer
Percebi que quero trabalhar
E não andar neste estado ébrio de simples execução
E percebi que essa era a decisão que, por agora, faltava
Percebi que comprei prendas para as pessoas erradas
E que vou ter que as encaminhar para as pessoas certas
E que espero que elas gostem
Percebi que apesar da vida passar num instante
Não há nada que eu possa fazer sobre isso
Que não me quero preocupar muito com o que acontece
E principalmente não me quero preocupar com o que não acontece
Percebi que só quero estar com aqueles que me conhecem as expressões
Que os outros também serão bem-vindos
Mas que para ficarem terão que se fazer entender
Caso contrário, vou-me embora
Não vou perder um minuto se me falarem em estrangeiro
Percebi estas coisas todas e mais algumas que já nem faz sentido mencionar
E sinto-me bem neste meu estado de egoísmo
Com tudo isto percebi também que não quero escrever mais aqui
Que se a vontade me voltar terá que ser noutro sítio
Aqui já tudo passou e não há mais nada que eu queira dizer
Tudo me parece já demasiado distante e em certos sítios nem sequer me reconheço
E por isso…
Adeus!
 

 


publicado por ana às 20:18
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

...

 

 

 


publicado por ana às 22:02
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